quinta-feira, 25 de março de 2010

Que Artista!


Não! Ele não é apenas mais um rostinho bonito a nos cercar. Paulo Ricardo Teixeira de Campos é ATOR, MODELO e ARTISTA PLÁSTICO! Isso mesmo. Três em Um!


O nosso entrevistado fez participação especial em novelas da Globo, é membro do CIAB*, tem telas expostas no mundo, atualmente expõe obras em países europeus e asiático. Ministra cursos pelo Brasil sobre Retratismo, goiano de Itumbiara é super simpático, fofo e sedutor.




*CIAB, Circuito Internacional de Artes Brasileira


Paulo porque morar em Florianópolis - Santa Catarina?
Acho que as pessoas que conheci aqui, a qualidade de vida e por ser mais aberto pra arte em particular.

Porque você escolheu ser Artista plástico?
Acho que não escolhi, foi acontecendo. Além de ser prazeroso, rende frutos que são minhas Obras e paga minhas contas! (risos).
Como e quando descobriu seu talento?
Comecei a pintar aos 4 anos e tela comecei no ensino fundamental...

Sua família reagiu de que forma ao saber que você seria um artista?
Minha família sempre me apoiou muito, em todos os sentidos, apostaram em mim. E deu Certo!

Como você começou? pintando o que?
Comecei pintando florais... Depois pintei a minha primeira namoradinha de colégio, foi bem aí que comecei a pintar rostos que é minha paixão.

Como foi você se adaptou? foi difícil?
Foi com o tempo, dando muita aula... Foi isso que mais me ajudou a pintar todo tipo de trabalhos, os que gostava e os que odiava.

E dar aula como era?
No começo foi muito difícil porque tinha coisas que meus alunos pintavam que eu jamais pensaria em fazer. E ensinar algo que nunca foi feito sempre é muito difícil, mas sempre deu muito certo. É recompensador!
Não é fácil pintar com tanta realidade como você pinta. O que você pensa quando está pintando?
Eu penso no rosto da pessoa que recebera a tela, quanto melhor ficar minha arte, mais ela ficará feliz! Essa é a real Recompensa!



Como é ser conhecido e reconhecido internacionalmente?
Não posso negar que eleva o ego, é bom saber que tem pessoas fora do meu país que conhecem, compraram e admiram meu trabalho...

Na escola você não era o garoto mais popular, você pensou que um dia se tornaria modelo?
Não! Não mesmo!
Mas acho que foi por isso que acabou acontecendo, por eu ter corrido atrás de correções e aprimorar muitas coisas. A minha aparência e meus relacionamentos...



A entrevista foi logo após a gravação de um comercial.

Como começou essa idéia de modelo?
Bem, eu cheguei em “Floripa” e mandei currículos pra agencias para trabalhar com EVENTOS. Aí surgiu um teste e eu fiz, passei e então tudo começou. Fui até pro Rio de Janeiro! Rolou desfiles e comerciais...

E de ator?
Ator? Quando fui pro Rio depois da seleção...

E o assedio?
Com certeza eleva seu ‘Ego’, é muito bom saber que gostam de você, te acham bonito! (risos).

Pra terminar o que você acha de toda sua carreira que está só começando? Como Artista plástico, modelo e ator?
Eu acredito que tenho muito para aprender. Eu sei que aprendo a cada dia... Porém não sei se seguirei as três carreiras...

Qual você acredita que não vai deixar de fazer?
 Meu desejo é sempre ser um Artista Plástico!



 Obra do rosto do então ministro da cultura Gilberto Gil, que permanece no Acervo de Artes Plásticas do Consulado Austríaco, pelo Cônsul Honorário do Brasil em Vorarlberg, Sr. Lothar Wolff, seguida por menção honrosa do MASP*.

 
*Museu de arte de São Paulo.




  Por Matildes Felicia

Visita ao Azilo

No dia 03 de outubro fui convidado para participar de uma oficina de teatro em Rio Verde, e como minha vida se baseia no teatro, aceitei o convite. A oficina foi bem legal, aprendemos coisas novas, conhecemos gente “nova”, e, enfim foi bacana. Mas o que valeu mais a pena foi o convite que me fizeram no dia seguinte.
No dia quatro de outubro todos os membros da oficina foram convidados a visitar o asilo. Eu recusei no início (porque, sair de Caçu para ir a Rio Verde visitar um asilo?).
Mas acabei indo. E não me arrependo, pois o que pensei que seria torturante, mas, foi simplesmente uma terapia, ou uma aula para me tornar mais humano.
Quando chegamos ao asilo recebemos uma descarga de emoções logo no início. O lugar é do tamanho de uma escola, muitos quartos no qual  cada um ficam quatro idosos. Como o nosso papel era ir ao asilo conversar, apoiar e distrair aqueles idosos, cumprimentei todos.
Lembro-me de quando me sentei ao lado de um idoso e perguntei:
- “Oi, você está bem?”  E ele apenas me respondeu:
- ”Não filho, só estou aqui esperando a morte.
Foi incrível como em cada quarto que visitávamos (Eu e a Renata) existiam estórias tão variadas... Pessoas que foram abandonadas pelos filhos, que perderam seus filhos em acidentes, pessoas portadoras de deficiências físicas e mentais.
Conversei com uma senhora que perdeu a filha e a neta em um acidente de carro, no qual ela ficou paraplégica, foi abandonada pelo marido e como último recurso se internou no asilo.
Foi com essas pessoas que percebi que os meus problemas são probleminhas e que minhas dificuldades, não são dificuldades comparadas às histórias de vida daquelas pessoas.
 A partir dessa visita só posso dizer que devemos ter respeito com os mais velhos e devemos nos lembrar que podemos passar por algo semelhante um dia.

PENSE NISSO!
Por: Paulo Ricardo.

Entrevista com o Ator e Escritor Paulo Ricardo dos Santos


Como surgiu a idéia da peça?
Foi de uma hora para outra, eu precisava fazer uma peça para a viajem da escola. Pensei em fazer alguma coisa diferente, uma coisa que ninguém tivesse feito por aqui. Era pra surpreender mesmo! Comecei pensando em um corpo coberto por sangue, a fui acrescentando uma história pouco a pouco.

Alguém te ajudou ou foi só você que escreveu?
A história e os personagens são todos de minha criação. Meus amigos me ajudaram nas falas e fizeram algumas modificações pra melhor.

Os atores atingiram seus objetivos em cada personagem?
Com certeza! É incrível quando você escreve uma peça e vê as pessoas interpretando personagens que você mesmo escreveu! Cada ator entrou fundo no personagem, e não só me surpreendeu, mais a todos.

Você tem algum agradecimento a fazer?
Claro, quero agradecer a todos que foram assistir a apresentação, ao elenco que deram um belo show, ao professor Renato e é claro aos contra regras. Se não fossem eles, não seriamos nada! E finalmente a Isabella de Freitas pelos efeitos sonoros.

E o Vinícius? Como você se adaptou para fazê-lo?
Nossa foi um surpresa pra mim! Eu escrevi a peça e não queria atuar nela, montei pensando em outra pessoa que seria o Antônio Carlos, meu amigo. Por falta de tempo ele teve que sair, então fiquei no lugar dele. Espero que todos tenham gostado do Vinícius ou odiado? (Risos)

Você recebeu críticas? E elogios?
Nossa, foi emocionante ver tantas pessoas me elogiando, não só pelo Vinícius mais por todo o teatro! Cheguei até atrasado no serviço por ser tão parado na rua pra receber parabéns! (risos)

Você esta escrevendo “Um crime quase perfeito 2”, como estão as suas expectativas? Vais ter muita surpresa? E personagens novos?
Eu não esperava ter que escrever “Um crime quase perfeito 2”, mas, graças a Deus está tudo certo. A história já está pronta, espero e acredito que todos vão gostar. Agora é só ensaiar e apresentar! Personagens? É surpresa! Mais vem muita coisa boa por aí...

Por Patrícia Vieira

UM CRIME QUASE PERFEITO'

Nos dias 18 e 19 de novembro de 2009 foi realizado no Centro Cultural Rosenda Cândida Guimarães da cidade de Caçu – Goiás uma peça teatral “Um Crime Quase Perfeito” composta por alunos do Colégio Estadual Dom Pedro II.
A peça foi escrita por Paulo Ricardo que também fez o papel de Vinícius. A trama é cheia de assassinatos, amores, discussões e muita criatividade. Os personagens principais são: Laura (Patrícia), Leonardo (Leonardo José), Vinícius (Paulo Ricardo), Samantha (Évellyn) e Alice (Alice). Entre muitos outros que também participaram.
A História é basicamente assim: “Quando Laura encontra Leonardo morto, sua vida deixa de ter sentido. Ela encontra apoio em sua irmã Gabriela, e em seus melhores amigos de infância: Vinícius e Samantha, os quais se tornam os principais suspeitos da polícia. Em meio a essa trama, surgem as seguintes indagações:”
“I. Por que os melhores amigos de Laura matariam o amor de sua vida?
II. Quem realmente cometeu o assassinato?”.

Aqui vai a entrevista com alguns dos atores do elenco:

Como foi sua preparação para o teatro, tanto nos ensaios como na apresentação oficial?
Patrícia – Quando o Paulo me convidou a participar do teatro e me contou a história da Laura, fiquei meio na dúvida se participava ou não. Pois, ele me disse que eu teria que chorar sofrer de verdade, tudo tinha que ser muito, MUITO real! Me preparei assistindo vários filmes onde haviam tragédias parecidas com a de Laura.
Évellyn – Nos ensaios na verdade nós estávamos levando um pouco na brincadeira, o que de certa forma ajudou a todos. Nos tornamos mais ‘Íntimos’.... Isso fez o teatro se tornar mais natural, na hora? Estava muito nervosa, mais é muito importante ser o personagem e não você.
Leonardo – É mesmo, rolou um pouco de brincadeira, mais na hora que percebemos que era coisa séria, nós todos pegamos firme pra valer! Na hora me deu um frio na barriga! Mais foi muito ‘fera’!
Renata – No início eu não ia ser a Alice, eu seria a narradora. Quando ‘me tornei’ Alice... Eu tentei montar um perfil pra ela e me concentrar nos ensaios, quando dava... Nós todos nos divertimos muito em vez de ensaiar... (Risos)

O que você sentiu durante a apresentação?
Patrícia - Durante a apresentação senti um frio no estômago, um medo de errar minhas falas, uma pressão feita por mim mesma para que tudo saísse perfeito. Depois da peça senti um MEGA e IMENSO alívio! Tipo, Tarefa cumprida! Ou Papel cumprido! (Risos).
Renata – Tranqüilidade, eu era totalmente minha personagem. Durante aquele tempo ali, eu deixei de ser a Renata e me tornei a investigadora de um crime a Alice.
Évellyn – É claro que eu fiquei nervosa! Mais também muito feliz ao ver que a cidade teve a iniciativa de ir lá com peso! Foi sensação de dever cumprido.
Leonardo - Vontade de entrar logo e apresentar. Senti um pouco de medo é claro.

Você recebeu críticas ou elogios?
Patrícia – Recebi muitos elogios, pessoas me disseram que choraram, por causa da Laura. Que eu atuei muito bem, e isso tudo me deixou muito feliz! Passei a confiar mais em mim mesma!
Renata – Os dois. Mais elogios. As pessoas gostaram muito da Alice porque ela é uma mulher de pulso firme. Ela é esperta e única!
Évellyn – Claro, principalmente da minha família e amigos mais íntimos.
Leonardo – Uaí... Algumas! (Risos)

Como você se adaptou ao personagem?
Renata – Quando ‘ganhei’ a Alice, ela não tinha personalidade! Então como a Patrícia eu vi alguns filmes e só no último ensaio que realmente encontrei a Alice que existia dentro de mim! Ainda tem um pouquinho dela em mim, ou de mim nela. Tem pessoas que me chamam de “detetive”  na rua! É muito bom ser reconhecida pelo seu esforço!
Leonardo – Acho que eu deveria ter me preparado mais... “Para Morrer!” (Risos).

Você gostou de seu papel? Gostaria de apresentar de novo?
Patrícia – Adorei fazer a Laura e se tiver “Um crime quase perfeito 2” certamente irei continuar, e dar o meu melhor pra ele!
Renata – Eu estou contando os minutos! Eu sei que reserva muitas surpresas para o público, quanto a Alice, eu não saberia fazer outro que não fosse ela. Já sou muito segura com a Alice!
Évellyn – Amei! Claro que apresentaria de novo, a sensação lá em cima é muito boa!
Leonardo – Gostei mais ou menos, porque assim.... Ele morre! Mais levando em conta, a cena foi perfeita! Acho que por isso que eu CURTI MUITO! E quero sim participar novamente... Não sei como, mais pra melhorar, corrigir o que eu acho que errei.

Por Patrícia Vieira 


Se Mecha!

Todo mundo esta cansado de saber que o aquecimento global esta acabando com o mundo, é geleiras derretendo, e mudanças climáticas, mar invadindo paises, tsunami, furacões e tudo mais. O mundo pede socorro! E nós o que estamos fazendo?! ?

Está na hora de nós jovens tomamos as rédias e combater. Vamos nos mexer, vamos nós unir e mostrar que quando nós jovens queremos movemos montanhas, se cada um fizer sua parte tudo pode mudar. Vai ai algumas sugestões do que podemos fazer:

  •  Ao invés de ficar aí sentado com os pés em cima do teclado com ventilador ligado. Desliga seu PC e vai visitar um amigo. Vai caminhar. Tomar um sorvete. Sai dessa rotina de MSN, orkut, Facebook,Twitter e tals.
  •  Quando te der vontade de falar com amigo não ligue, pegue a bike e vai até ele. Vai ser um papo mais agradável, e você ainda vai economizar energia e conta de telefone.
  • Banho quente?!Nesse calor? Nuss! A onda agora e tomar banho frio! Além de fazer bem pra pele e ainda diminui sua conta de energia e muito...
  •  No fim de semana junta a família e os amigos e vai fazer um programa de índio... Vá acampar, tocar violão na beira da fogueira até altas horas. Dormir sob a luz da lua vendo as estrelas, (nossa que romântico!). Aproveita a sua veia de adrenalina!
  •  Se você não curte a aventura mais selvagem, vai pra um barzinho som ambiente põe o papo em dia, conheça novas pessoas, sai dessa de ar condicionado do dia-a-dia.
  •  Tome banho de chuva...
  •  Faça passeios nos parques; na praia; no campo.
  • Vá praticar esportes, correr, nadar, jogar bola. Além de ser divertido faz um bem para o corpo!

A moda agora é proteger o ambiente, jovem esperto é aquele que sabe cuidar do seu maior bem a NATUREZA!

Se liga!

Vamos nos mexer!

A força jovem pode fazer coisas que até Deus duvida!

Por Mírian S. Vieira