Como surgiu a idéia da peça?
Foi de uma hora para outra, eu precisava fazer uma peça para a viajem da escola. Pensei em fazer alguma coisa diferente, uma coisa que ninguém tivesse feito por aqui. Era pra surpreender mesmo! Comecei pensando em um corpo coberto por sangue, a fui acrescentando uma história pouco a pouco.
Alguém te ajudou ou foi só você que escreveu?
A história e os personagens são todos de minha criação. Meus amigos me ajudaram nas falas e fizeram algumas modificações pra melhor.
Os atores atingiram seus objetivos em cada personagem?
Com certeza! É incrível quando você escreve uma peça e vê as pessoas interpretando personagens que você mesmo escreveu! Cada ator entrou fundo no personagem, e não só me surpreendeu, mais a todos.
Você tem algum agradecimento a fazer?
Claro, quero agradecer a todos que foram assistir a apresentação, ao elenco que deram um belo show, ao professor Renato e é claro aos contra regras. Se não fossem eles, não seriamos nada! E finalmente a Isabella de Freitas pelos efeitos sonoros.
E o Vinícius? Como você se adaptou para fazê-lo?
Nossa foi um surpresa pra mim! Eu escrevi a peça e não queria atuar nela, montei pensando em outra pessoa que seria o Antônio Carlos, meu amigo. Por falta de tempo ele teve que sair, então fiquei no lugar dele. Espero que todos tenham gostado do Vinícius ou odiado? (Risos)
Você recebeu críticas? E elogios?
Nossa, foi emocionante ver tantas pessoas me elogiando, não só pelo Vinícius mais por todo o teatro! Cheguei até atrasado no serviço por ser tão parado na rua pra receber parabéns! (risos)
Você esta escrevendo “Um crime quase perfeito 2” , como estão as suas expectativas? Vais ter muita surpresa? E personagens novos?
Eu não esperava ter que escrever “Um crime quase perfeito 2” , mas, graças a Deus está tudo certo. A história já está pronta, espero e acredito que todos vão gostar. Agora é só ensaiar e apresentar! Personagens? É surpresa! Mais vem muita coisa boa por aí...
Por Patrícia Vieira
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